Como fazer interurbanos
mais baratos?
Como funciona o pagamento de taxas de embarque e portuárias
?
Como e quando dar gorjetas?
1 -
Como fazer interurbanos mais baratos?
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O telefone ainda continua
sendo o modo mais prático para amenizar a saudade dos
parentes e amigos. Fusões e guerra publicitária à parte, as
ligações telefônicas tornaram-se um negócio acirrado. Em que
o mercado cresce no dinamismo da tecnologia e o pêndulo da
disputa é o preço.
No Brasil, só é possível fazer ligações para o exterior
através das operadoras Embratel e Intelig. As duas estão
apostando em planos promocionais de fidelidade e apresentam
preços parecidos. A Intelig, por exemplo, está oferecendo
descontos para os países mais solicitados. O cliente escolhe
o país para qual mais liga e adere ao plano. Quem liga para
os EUA no horário normal desembolsa R$ 0,90 por minuto. Com
o plano, ele passa a pagar R$ 0,75, independente da hora e
do dia da semana em que fizer a chamada. Para a maioria dos
países da Europa, a ligação cai de R$ 1,55 para R$ 1,30.
A Embratel, por sua vez, está oferecendo a promoção Clube
21. Nela, o cliente acumula bônus em função de seu consumo
mensal, que são recuperados na forma de créditos nos 12
meses seguintes. As tarifas também estão com preços
promocionais até 21 de agosto. O minuto de ligação para os
EUA e Canadá está saindo por R$ 0,74 e para os países da
Europa por R$ 1,29. Além disso, a empresa está lançando um
cartão pré-pago que serve tanto para ligações para o
exterior quanto de outros países para o Brasil. O cartão tem
tarifa única de R$ 0,42 por minuto. No exterior as tarifas
variam. Dos EUA para cá, por exemplo, a ligação sai por R$
1,60. O cartão tem R$ 10,00 de crédito e já está sendo
vendido no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.
Usar cartões telefônicos no exterior, por sinal, sai mais
barato do que ligar a cobrar. Há diversas opções com preços
distintos e, além do pré-pago, há a possibilidade do valor
da tarifa telefônica ser debitado no cartão de crédito. A
maioria usa as conexões telefônicas da AT&T, da Sprint e da
MCI WorldCom. Por isso, os cartões destas empresas costumam
ser mais vantajosos. É possível comprá-los no exterior ou em
algumas agências de turismo do País. A AT&T, por exemplo,
cobra US$ 0,48, por minuto, dos EUA para o Brasil. Já a
Globalone cobra US$ 0,78. Na Internet, há até empresas
brasileiras, como a DDDDDI, comprando as conexões e vendendo
estes cartões. Porém, sempre para ligações originadas do
exterior. No Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel) assegura o monopólio para a Embratel e a Intelig.
2 - Como funciona o pagamento de taxas
de embarque e portuárias
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Pacote comprado, passagem na mão, você chega ao aeroporto e
descobre que, ainda antes de viajar, terá de arcar com mais
um gasto: a taxa de embarque. Não se assuste. A taxa é só
uma tarifa de uso das instalações do aeroporto, que são
recolhidas pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura
Aeroportuária (Infraero) para a manutenção desses espaços. E
elas são cobradas em todos os aeroportos do mundo, sempre
que um passageiro vai decolar neles: não há cobrança na
chegada aos destinos.
Nos casos de viagens internacionais, a mordida no bolso dos
passageiros dos principais aeroportos brasileiros é grande:
são cobrados US$ 36 por pessoa.
O valor é um dos mais altos do mundo - a maior taxa é a
cobrada nos aeroportos de Miami e Orlando (US$ 40) e a
menor, no de Johannesburgo, na África do Sul (US$ 6,58).
Para os vôos domésticos, entretanto, a taxa é uma das mais
baixas do mundo: R$ 9,15 (US$ 5,08) nos maiores aeroportos,
como o Internacional de Guarulhos e o Tom Jobim, no Rio, e
R$ 7,20 (US$ 4) em aeroportos como Congonhas, em São Paulo,
e Santos Dumont, no Rio. O valor mais baixo para vôos
internos é o cobrado no aeroporto de Lima, no Peru: US$
3,50.
Navios - Nos portos, também é cobrada uma taxa dos
passageiros dos cruzeiros, chamada taxa ou tarifa portuária.
Aí os portos brasileiros dão uma lição de como afugentar
turistas: a taxa está entre as mais altas do planeta e a
infra-estrutura oferecida deixa muito a desejar a outros
portos do mundo que cobram até 11 vezes menos dos turistas.
No porto de Santos, o maior da América Latina, por exemplo,
é cobrada uma taxa de US$ 33 por passageiro. Só como
comparação, cobra-se US$ 15 em Buenos Aires, US$ 9 em Miami
e irrisórios US$ 3 em Cancún, no México. Da mesma forma que
o que ocorre com os aeroportos, a taxa só é paga no porto de
embarque.
3 - Como e quando dar gorjetas?
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Não é todo mundo que
lembra, mas no planejamento de uma viagem devem estar
incluídas as gorjetas. Não é exagero. Acrescido delas, o
preço da viagem aumenta, em média, 10%. Se a viagem
escolhida for um cruzeiro, então, a porcentagem sobe ainda
mais.
Via de regra, paga-se de 10% da conta em bares,
restaurantes, cabelereiros e táxis. Mas vale a pena se
informar logo na chegada às cidades: há algumas em que se
costumam pagar 15%, em média.
Também é de bom tom oferecer gorjeta a carregadores de malas
e a camareiros dos hotéis. O padrão aceito
internacionalmente é dar US$ 1 por bagagem levada ao quarto
e US$ 1 por dia de hospedagem a quem arruma os quartos.
Nos navios, a maior parte dos salários dos empregados é paga
pelos passageiros, por meio das gorjetas. Muitas embarcações
cobram compulsoriamente a taxa, que é, em média, de US$ 3
para o garçom, US$ 2 para o ajudante de garçom e de US$ 3 a
US$ 4 para o camareiro, por dia de navegação. Os pagamentos
devem ser feitos a cada um separadamente, no último dia a
bordo. Antes de reservar um lugar em um cruzeiro, verifique
se há gorjetas obrigatórias e, se não, de quanto são as
gorjetas indicadas, que você provavelmente terá de deixar na
saída
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